Gogo Home: Pequenos passos na domótica – II

Começando pelo jardim, podemos realizar o irrigamento das plantas de maneira automática, quer seja em intervalos de tempos pré-programados, quer seja, após análise e detecção de umidade insuficiente no solo.

Existem ainda sensores de temperatura e química do solo que podem avaliados e implementados para controle do ambiente exemplificado.

Gogo Board + Protótipo Domótica – II

Voltando à Domótica, à Gogo Board, ao Gogo Server.

A Domótica, não so integra e permite o controle de tudo que acontece em uma residênica, mas a questão se dá por onde este controle pode ser feito de maneira simples e acessível, ou seja, que dispositivos podemos utilizar com esta finalidade.

A Gogo Board, com seu Gogo Server e o uso do protocolo socket, dá uma ideia muito interessante sobre como desenvolver um protótipo para testes de maneira muito rápida.

Em resumo, ao invés de desenvolvermos um aplicativo do zero que se comunica com nosso hardware, podemos desenvolver um que apenas interaja com o Gogo Monitor utilizando o protocolo socket, em consequência, permitir que esta interação aconteça através da internet e utilizando os mais diversos dispositivos e linguagens de programação, como celulares e java.

Fora isso, ainda podemos contar com um hardware de potência que pode controlar vários dispositivos, o PWM Generator.

Em breve chegaremos ao protótipo.

Gogo Real: Protótipo de Domótica – II

Anteriormente, vimos que a placa conta com quatro saídas de potência, aonde podemos conectar desde motores dc simples, à servo motores, além de leds e lâmpadas de baixa potência.

Com base no Giroflex, até podemos imaginar uma luz de natal decorativa, controlada via internet ou rede local, bem como, ligando as saídas, a um circuito de relés, controlar o motor de um portão eletrônico, um ventilador, as luzes dos ambientes, tomando os devidos cuidados quanto ao que será controlado, já que o tempo de resposta é demasiadamente longa. Por isso, não é recomendado controlar mecanismos críticos.

A exemplo do Giroflex, podemos ligar até 8 leds nas saídas, mas operando sempre com quatro simultaneamente.

Com circuitos multiplex, conversores bcd para década, podemos expandir a quantidade de saídas e controlar mais dispositivos, ou ainda conectar uma outra placa Gogo ao computador ou mesmo à outra placa.

Gogo Board + Protótipo Domótica

A versão 4 da Gogo Board traz várias inovações, tanto de hardware como em seu sistema (firmware), bem como seu software Gogo Monitor, não esquecendo os módulos existentes e aqueles que estão sendo desenvolvidos.

Ao invés de usarmos um servidor com páginas html ou php, que interagem com a placa, podemos usar um recurso disponível nas versões atuais do Gogo Monitor, o Gogo Server.

Através dele podemos enviar comandos para a placa, utilizando interfaces feitas nos mais variados softwares do mercado, de maneira que, a partir disso, nos conectamos à placa usando a internet ou rede local.

Abaixo esta um exemplo modelado em Visual Basic 6, que interage com o Gogo Monitor. Em breve mais detalhes.

Gogo Real: Protótipo de Domótica

Reunindo o que já foi publicado anteriormente, aqui e aqui, podemos pensar em um protótipo de domótica aplicada.

No momento a forma mais apropriada de usar a placa através da internet é conectada a um computador aonde hospedamos os arquivos em php responsáveis pelas funções de controle.

Além do beep, várias outras funções podem ser executadas, principalmente aquelas aonde acionaremos as saídas da placa, independente de sensores, já que a leitura deles via internet ainda não esta pronta. Mesmo assim, é possivel atuar na placa remotamente e ainda deixa-la programada para atuar de acordo com alguma as leituras dos sensores.

Aproveitando a conexão com o computador, também poderemos usa-lo para agendar eventos que poderão ser executados de acordo com a hora, data, dia da semana, etc. Exemplo: Acionar motor toda terça-feira às 12hs.

Domótica

A Domótica é uma tecnologia recente que permite a gestão de todos os recursos habitacionais. O termo “Domótica” resulta da junção da palavra latina “Domus” (casa) com “Robótica” (controlo automatizado de algo). É este último elemento que rentabiliza o sistema, simplificando a vida diária das pessoas, satisfazendo as suas necessidades de comunicação, de conforto e segurança. Quando a domótica surgiu (com os primeiros edifícios, nos anos 80) pretendia-se controlar a iluminação, climatização, a segurança e a interligação entre os 3 elementos.

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Foto: http://eficienciaenergtica.blogspot.com/2010/05/domotica-i.html